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Mostrando postagens de Novembro, 2013

Eu Maior e viver a melhor época para estar aqui - Parte 1

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Há quem diga que estamos vivendo 'os piores tempos' da humanidade. Há quem desacredite em nossa evolução. Há quem tenha perdido a fé no homem e na existência de algo maior.
Mas, repara à sua volta! Há Renata Quintella, que pergunta a desconhecidos 'O que posso fazer por você agora?' e, por meio de sua sagrada jornada, transforma o dia - e com isso a vida - de outro ser humano.Com o Renascimento do Parto, além de termos a oportunidade de conhecer mais sobre a indústria da cesárea no país, nós, mulheres, podemos retomar nossa essência divina e nos redescobrimos capazes de parir e ser amor. Os outros (médicos, hospitais, etc), são os coadjuvantes. A plataforma de crowdlearningCinese compartilha um post sobre a ditadura da beleza a que, por herança, nos impomos, divulga o trabalho de uma artista - Negahamburguer -  e, por meio de outra plataforma, o Catarse, esta de crowdfunding (financiamento coletivo)  ela arrecada a quantia necessária para publicar um livro.Foi por meio…

Diário de Viagem

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Quando viajo, meu olhar parece mais atento e sensível para tudo o que me cerca. Talvez, sejam os destinos escolhidos - sempre com natureza farta por perto, de preferência tendo o mar como protagonista.
Novas percepções chegam. Inspirações. Poesia em forma de gente. Trocas riquíssimas. E eu - quase nunca - transportava este universo para o papel. 
Para o último feriado, levei um caderninho. E coração aberto para deixar as palavras tentarem traduzir para o papel alguns momentos que vivi. Viajando sozinha, as oportunidades para escrever eram fartas.
E assim foi. Sem preocupar-me com regras. Mais como um registro de pessoas, cenas, inspirações.
Exercício. Exercício. Exercício.
Dos mais prazerosos.



Chuva para nutrir

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Chuva. Para nutrir terra, folhas, flores e gentes que, antes, nutriram-se de sol e mar.
Chuva. Manda dizer que a poesia e a alegria do feriado também mora na languidez que seu som, pousando nas folhas do lado de fora da janela, provoca.
Chuva é bênção e gratidão pelo dia bom.
Chuva é declaração de amor do Céu pra Terra.



.:. Fotos: Gleide Morais | Hostel Pousada da Tribo, Praia do Lázaro-Ubatuba/SP

Viajar só

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Viajar sozinha é consequência do amor por mar e natureza. Quando não se tem companhia e opta-se por não viajar, resta viver em esfera platônica. Não posso. Meu amor pede presença e troca. Carinhos com o mar, permanente estado de afeto com o sol, olhar deslumbrado por cada árvore, folha e flor que cruzam minha vista.
Viajar sozinha não é solidão. É comunhão. Com a natureza. Com os desconhecidos que encontro e que passam a fazer parte da minha viagem pessoal. Comigo. 
Viajar, ainda que sozinha, é minha declaração de amor. Pela natureza. Por mim.




.:. Fotos: Gleide Morais | Praia do Lázaro e Praia Domingas Dias, Ubatuba/SP

A amendoeira

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Sentei em uma mesa na Casa do Açaí, cantinho charmoso descoberto na caminhada de volta ao hostel, na Praia do Lázaro, em Ubatuba. Sexta-feira, feriado, tarde quente. A vontade de tomar um açaí veio forte! A procura de um quiosque, me deparei com uma placa, em frente àquela casinha aberta e ventilada, que parecia casa de vó, de tão convidativa e acolhedora!
Pedi meu açaí e parei para observar a árvore que ocupava a frente da casa. Foi amor! Majestosa, exuberante, grandiosa... cadê o adjetivo certo para definir sua beleza - ou a forma como ela causou impacto em mim?! Uma amendoeira, segundo a dona da casa. O pai morto há pouco, com mais de 80 anos, lhe contou que fora seu avô, bisavô da moça, quem plantara aquela linda espécie. Dei-me conta de sua ancestralidade. Quanta vida ela já não havia presenciado?
Estamos aqui, agora, eu, o açaí e a amendoeira. O som do mar, o vento. Gente conversando. Espíritos ancestrais nos acompanhando. Eu creio. E reverencio.










Fotos: Gleide Morais | Casa do …

Pré-feriado

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Olhei para o pulso e percebi que esqueci o relógio em casa. Chegou mensagem da operadora de celular, avisando que utilizei já o pacote de dados contratado para o mês. Na mochila, canetas coloridas, bloquinhos de anotações e livros. No peito, um coração pulsante, com fome de amor, mar, sol e do novo.
Feriado promissor.
Enquanto isso, trânsito pré-feriado e trabalho. E poesia. Já observaram como as folhas das copas das árvores, esta manhã, brilham em agradecimento à luz do sol que as ilumina e à brisa que sopra e lhes dão movimento?
Vida há. Amor há. Poesia há. Sempre.




.:. Fotos: Gleide Morais