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Mostrando postagens de Fevereiro, 2009

Vontade de uma música...

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"Eu pensei em comprar algumas flores
Só pra chamar mais atenção Eu sei, já não há mais razão pra solidão Meu bem, eu tô pedindo a sua mão
Então case-se comigo numa noite de luar Ou na manhã de um domingo a beira mar Diga sim pra mim Case-se comigo na igreja e no papel Vestido branco com bouquet e lua de mel Diga sim pra mim Ahhh , Sim pra mim
Eu pensei em escrever alguns poemas Só pra tocar seu coração Eu sei, uma pitada de romance é bom Meu bem, eu tô pedindo a sua mão
Então case-se comigo numa noite de luar Ou na manhã de um domingo a beira mar Diga sim pra mim Case-se comigo na igreja e no papel Vestido branco com bouquet e lua de mel Diga sim pra mim Ahh... Sim pra mim Prometo sempre ser o seu abrigo Na dor, o sofrimento é dividido Lhe juro ser fiel ao nosso encontro Na alegria,a felicidade vem em dobro Eu comprei uma casinha tão modesta Eu sei, você não liga pra essas coisas Te darei toda a riqueza de uma vida O meu amor
Então case-se comigo numa noite de luar Ou na manhã de um domingo a beira mar Diga sim…

Carnaval em casa....

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Após vários anos curtindo o Carnaval viajando, me vi em São Paulo este ano. É estranho. Carnaval a Gleide está em Ubatuba, em Cabo Frio, no Guarujá, em Itanhaém... mas, em Sampa, quanto tempo?!

Carnaval é a época do ano em que me desligo do meu cotidiano e vou ser – mais – feliz em outro canto. Tem sido minhas férias de todos os anos, quando eu me desligo por completo de contas, trabalho, faculdade, problemas e me delicio em curtir minha companhia e a dos amigos que por ventura estiverem comigo.

Claro que nem sempre tudo é festa. Já passei carnavais esperando alguém que estava perto e que estava tão longe. Carnavais em que queria ir além, mas por motivos superiores a mim, não dava. Os conflitos nem conto; já os aprendi a administrar. Quando há várias pessoas reunidas, sempre haverá conflito.

Contudo, Carnaval é, sobretudo, o meu momento de me deliciar com o sol, de não me cansar de brincar no mar, de comer milho na praia e tomar muita água de coco, de curtir minha pele bronzeada, de acre…

Agradecimento II

“... a vida é dividida em 02 classes de pessoas.... A primeira classe são das pessoas que nasceram para serem felizes... São aquelas pessoas que mesmo de tudo ruim acontecendo, elas têm um olhar além, elas conseguem enxergar os benefícios e conseguem aprender com tudo aquilo... e agindo assim elas São Felizes... A segunda classe são das pessoas que podem ter TUDO (o que achamos que uma pessoa precisa pra ser feliz: amor, dinheiro, saúde, family perfeita) mas elas são infelizes, sempre vão reclamar, xingar, brigar... não importa em qual situação elas estejam...

E sabe o que é legal!!!! Pertencemos a Primeira Classe, pois o nosso Olhar nos faz enxergar sempre coisas bonitas em Tudo que a vida nos apresenta!!!”

Obrigada, Simone. Isso foi lindo demais!!! Mesmo eu tendo certeza que você é fruto da minha imaginação, é bom saber que tenho uma amiga que compartilhe tanto das mesmas idéias que eu!!!

Agradecimento I

Quando restarem apenas lembranças distantes, se já não o são. Quando as músicas forem apenas músicas – e algumas já são. Quando não houver resquícios do que foi, se é que se pode dizer que foi algo algum dia, restará gratidão.

Sou grata porque eu finalmente voei. Porque acreditei, sobretudo, em mim. Porque busquei melhorar. Pelas borboletas no estômago. Pelos gostos compartilhados. Pelos sorrisos. Pelas lágrimas. Porque cresci.

Sou grata pela viagem mais fantástica e importante que fiz: a minha viagem rumo ao autoconhecimento. Porque hoje sei quem sou e porque sou. Porque sei que desejo e o que não desejo para minha vida. Porque a poesia que vejo hoje é concreta e não abstrata.
Obrigada. E espero ter agradecido à altura. Mesmo que você nem saiba. Eu fiz minha parte.

Falando de mim...

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Eu sou sonhadora. Confesso. Talvez seja esse meu maior pecado. E acredito nas pessoas. Outro pecado enorme nos dias atuais. Pelo menos é o que me dizem.

Sou aquele tipo que sonha de olhos abertos. Na verdade, prefiro fechar os olhos para sonhar, contudo nem sempre isso é possível. É claro, que em tempos de trânsito congestionado, de metrô parando a todo o momento, é fácil arranjar tempo para minha distração preferida.

Às vezes viajo tanto que sou a primeira a me repreender por ser esse ser tão avoado. Mas, tenho cá meus pés bem fincados no chão, como boa capricorniana que sou. Romântica com um pé no Realismo. José de Alencar com um misto de Machado de Assis.

Esse defeito (!) diminuiu muito nos últimos anos. Imagina o que era ser assim na adolescência? Fase difícil. De querer tudo e nada. Ao mesmo tempo. Não sonhar era muito difícil naquela época. Principalmente para a garota retraída que fui. Época complicada. Ainda bem que passou.

Quanto a acreditar nas pessoas, esse deve ser meu pecado …
Às vezes me sinto uma extraterrestre vivendo em sociedade. Não consigo me enquadrar no molde “devo agradar os outros” ou “tenho medo de as outras pessoas não gostarem de mim se...”.

Eu fui assim. Horas e horas desperdiçadas tentando agradar os outros, com receio de não ser aceita por não gostarem da minha aparência, das minhas opiniões, dos meus desejos, dos meus sonhos.

O curioso é que, em várias situações, o ser que eu fui e que se transformou em quem eu sou quer gritar aos outros que não cometam os mesmos erros, que não enveredem por esse caminho, porque mais tarde irão descobrir que estavam errados. Será? Talvez algumas pessoas jamais enxerguem e vivam infelizes para o resto de suas vidas. Ou talvez consigam ser felizes, vivendo a mercê dos desejos dos outros, pois julgam que estão na verdade seguindo seus desejos.

Certo e errado é tão relativo. A minha visão de mundo é muito diferente da maioria. Muito pessoal. Temos o livre arbítrio, portanto não posso impor meu modo de ver as cois…

Tempo...

Como o tempo passa! O que era ontem, mês passado, ano passado de repente se materializa em nossa frente na forma de pessoas amadurecidas, crianças que são quase adultos, bebês que já vão à escola.

O tempo corre rápido. Amadurecemos. Nosso corpo se transforma. Curioso é que nossa mente não envelhece. Agrega as experiências. Não se transforma numa velha ranzinza, resmungando ou reclamando da vida.

É preciso sabedoria para amadurecer em vez de envelhecer. Para saber entender que as atitudes devem ser outras, não porque não se adéquam a idade e sim porque devem ser baseadas nas experiências adquiridas. Exigir um comportamento mais “adequado” a essa ou aquela idade, devido às convenções, também é sinal de imaturidade.

Para mim, o tempo é um aliado. Transformou a menina insegura em mulher segura. Segura. Quando ouvi da boca de uma quase desconhecida – obrigada por isso! – que essa era uma característica que eu transmitia, me surpreendi. Foi como se enxergar de verdade pela primeira vez. E aos …