Pular para o conteúdo principal

Viajar só

Viajar sozinha é consequência do amor por mar e natureza. Quando não se tem companhia e opta-se por não viajar, resta viver em esfera platônica. Não posso. Meu amor pede presença e troca. Carinhos com o mar, permanente estado de afeto com o sol, olhar deslumbrado por cada árvore, folha e flor que cruzam minha vista.

Viajar sozinha não é solidão. É comunhão. Com a natureza. Com os desconhecidos que encontro e que passam a fazer parte da minha viagem pessoal. Comigo. 

Viajar, ainda que sozinha, é minha declaração de amor. Pela natureza. Por mim.





.:. Fotos: Gleide Morais | Praia do Lázaro e Praia Domingas Dias, Ubatuba/SP
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Memórias natalinas

A Jornada de Renata Quintela ♥

Levando para a semana que começa a energia inspiradora da descoberta rica e preciosa da semana que acabou. ♥
A Jornada de Renata Quintella

Para Bertoli...

“A maior distância que eu já percorri foi entre minha cabeça e meu coração.”
- Tadashi Kadomoto


Lembro que eu queria surtar. De verdade. Queria surtar para que me internassem e me deixassem em paz. Para que não me cobrassem nada, para que não me pedissem nada, para que não falassem comigo. Queria adoecer meu corpo e tentei de várias formas conseguir isso. Só para ficar em paz.

Queria paz. Algo tão caro, tão importante, tão simples, tão perto e tão distante.

Recordo o dia em que encontrei a paz. Eu ria. Chorava e ria. Nascia leve e feliz. O sofrimento? A dor? Tudo havia ficado para trás. Eu era apenas aquela sensação de amor – por mim mesma, a quem nunca havia amado.

Agora, eu já podia abraçar o mundo! Podia concretizar meus sonhos. Podia amar a mim e não só os outros. Sabia e sentia o significado das coisas. Podia seguir meu caminho e viver a minha vida.

O encontro com o AMOR INCONDICIONAL... Foi marcante. De repente eu era a forma de amor que aquele ser humano tanto quis e nunca encontrou.…