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Mostrando postagens de Julho, 2010

Saudades...

Saudades de um toque, de um beijo, de um abraço. Saudades de ser vista, de ser percebida. Saudades de saber-se importante para alguém, além de a si própria. Amar-se, já sabia, mas as saudades eram por amar a outro, amar além...saber-se amada. 

Presentes especiais...

Um daqueles presentinhos que ganhamos - e amamos! Eu não conhecia essa música. Linda! Veio de um amigo especial.  
Minha Flor, Meu Bebê  (Composição: Cazuza / Dé / Bebel Gilberto)
Dizem que tô louco Por te querer assim Por pedir tão pouco E me dar por feliz Em perder noites de sono Só pra te ver dormir E me fingir de burro Pra você sobressair Dizem que tô louco Que você manda em mim Mas não me convencem, não Que seja tão ruim Que prazer mais egoísta O de cuidar de um outro ser Mesmo se dando mais Do que se tem pra receber E é por isso que eu te chamo Minha flor, meu bebê Dizem que tô louco E falam pro meu bem Os meus amigos todos Será que eles não entendem Que quem ama nesta vida Às vezes ama sem querer Que a dor no fundo esconde Uma pontinha de prazer E é por isso que eu te chamo Minha flor, meu bebê

Em processo de evolução...

Nos momentos de crise, temos o consolo do crescimento. É na solidão, na dor, na sensação de inadequação que melhor nos percebemos e mais evoluímos. Em processo de evolução.
Foto: Anderson Morais

Lendo o mundo

Foto: Glê Morais
Ler o mundo é saber observar e aprender com o que vemos. Ler o mundo é saber ler os ensinamentos nos erros. É perguntar o que devo aprender em determinadas situações, em vez de se lamentar pelo que não deu certo. Ler o mundo é expor-se, sem medo das críticas e com sede de evolução. Eu leio o mundo para entender quem eu sou.

Eu leio o mundo

Eu leio o mundo. Alguns podem estranhar essa expressão, mas é algo que muitos, milhares fazem todo o dia. A quantidade de informações a que somos submetidos diariamente - e não falo aqui apenas de jornais, revistas, telejornais, internet - é enorme. Vamos digerindo, assimilando, incorporando... ou não.
Ler o mundo cabe muitos significados. Um professor, da época de faculdade - e grande mestre - sempre dizia a nós, seus alunos e futuros educadores, que para ser professor era necessário ir além de dominar a disciplina que trabalharíamos em sala de aula. Um professor tem que ser um  leitor voraz do mundo. Saber passar por vários universos para dialogar com seus alunos. E como o mundo muda - desculpem-me, mas adoros clichês - temos que diariamente buscar nos atualizar também.
Muito antes de me tornar educadora, eu já sentia prazer em ler o mundo. Tantas e muitas informações, sobre universos diferentes, sempre me fascinaram. E me confundiram e sufocavam[risos]. Porque ao tomar doses diárias …

Leitura perfeita...

Poderia escrever muitas linhas sobre como tenho me sentindo nos últimos dias, mas, quando a gente se depara com uma tradução tão perfeita de nosso estado, melhor calar. Eu não me traduziria tão bem, como este texto da Ana Jácomo, do Cheiro de flor quando ri, o faz:


Tem vez que cansa
Ana Jácomo


Tem vez que cansa. Cansam portas fechadas, chaves que não abrem as portas fechadas, a angústia por ainda não se saber como abri-las. A vontade que tece o seu ninho nos galhos mais verdejantes e passa tempos chocando ovos que parecem que não vão mais se romper. A espera pelo voo das borboletas que demoram crisálidas para se desvencilhar dos casulos. O repetido surgimento do não quando a vida da gente prepara incansáveis banquetes de boas-vindas para osim. O quase que se prolonga tanto que causa a impressão de ser interminável. E, à espreita, sempre acompanhando os movimentos da nossa coragem, à distância, a perigosa perspectiva do nunca, aguardando cada brecha criada pelo cansaço para tentar nos dis…

De janeiro a janeiro

De janeiro a janeiro - Roberta Campos e Nando Reis

Não consigo olhar no fundo dos seus olhos
E enxergar as coisas que me deixam no ar, me deixam no ar
As várias fases, estações que me levam com o vento
E o pensamento bem devagar

Outra vez, eu tive que fugir
Eu tive que correr, pra não me entregar
As loucuras que me levam até você
Me fazem esquecer, que eu não posso chorar

Olhe bem no fundo dos meus olhos
E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar
O universo conspira a nosso favor
A conseqüência do destino é o amor, pra sempre vou te amar

Mas talvez, você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor, não será passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar

Ultimamente...

Escrever sobre o que vai na alma muitas vezes não é possível. Grande perigo de desnudar a alma mais do que necessário...