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Mostrando postagens de Outubro, 2013

A tristeza (era) senhora ♥

♫♪♫ Solidão apavora,
tudo demorando em ser tão ruim Mas alguma coisa acontece, no quando agora em mim Cantando eu mando a tristeza embora
♫♪♫

Mil novecentos e noventa e três.  Dezesseis anos. Paixão platônica pelo cara mais inteligente da sala. E nem era o mais bonito. Na verdade, naquela sala, não existia um cara bonito – que eu lembre! Rs...
Ficaram algumas lembranças desta paixonite. Três ou quatro músicas fazem parte destas lembranças. Saudosa Maloca escrita na lousa, provavelmente pela turma do noturno, que ele viu ao entrar na sala e cantou. Certeza que saio deste plano e embarco para Shangri-lá sempre lembrando dele, ao ouvir a música do Adoniran Barbosa eternizada pelos Demônios da Garoa!
Outra lembrança. Caetano Veloso e Gilberto Gil. Tropicália 2. Celebração de 25 anos do movimento Tropicália. Disco. Show.
( um beijo pro Google, pois não lembraria de tantos detalhes! )
Eu não fui ao show. Ele foi. Assisti pela televisão a transmissão ao vivo. E lá, no meio da multidão, ilusão de menin…

Porque eu sou feliz na minha timeline! =)

Sexta-feira, academia, etapa final dos exercícios do dia. Esteira. Monotonia. Félix, na televisão à minha frente, mas a miopia já não permite que eu leia direito a legenda closed caption. E, depois, a graça da personagem está em ouvi-la falar, o que não acontece na academia, com cinco televisores ligados em emissoras diferentes e todos no modo mudo.
Até que P!nk - é assim que escreve o nome da moça agora - começa a cantar na minha orelha. Minha playlist é coisa fina: P!nk, Britney, Lady Gaga, Jessie J. - falta Rihana e Beyoncé, eu sei - e por aí vai. Eu tenho o hábito de cantarolar as músicas baixinho - na academia, porque na pista da Avenida Sumaré eu canto mesmo! rs... Mas, hoje, imaginei qual a reação das pessoas se eu seguisse ao impulso que a música me causou: de colocar os braços para o alto, balançando e cantando a música da P!nk, enquanto eu corria. Assim, cantarolando baixinho, com a academia quase vazia, me deixei levar pela fantasia, causando um momento muito particular de…

Viciada em novas mídias digitais!

Ando brincando no Notegraphy, uma mídia nova que te permite escrever e estilizar o texto em cards charmosos!
Acesso pela web, mas quem tem iPhone pode baixar o aplicativo. Uno duas paixões: palavras + arte!




Bora brincar de escrever e citar por lá?

P.S. torcendo para lembrarem dos adeptos do Android e criarem o aplicativo para a plataforma! ^^)

Calça amarela

Ontem eu me apaixonei por uma calça amarela.Linda ela. Calça. Amarela. Flare.A moda como recurso de deliciosas descobertas. Porque nude, cinza, preto, marrom têm sua dignidade. Mas, não traduzem quem eu sou.Ela, a calça amarela, me seduziu. Me chamou para trazer as cores que sou para colorir dias, semanas, meses... vida.Me apaixonei por uma calça amarela.

Minha vida é uma porção poesia por conta de você

Poeta Poetinha vagabundo Quem dera todo mundo Fosse assim feito você Que a vida não gosta de esperar A vida é pra valer A vida é pra levar Vinicius, velho, saravá { Chico Buarque | Toquinho }
Quando eu, pirralha, gostei de poesia, eu gostei primeiro de você - e de Cecilia e Drummond, seus companheiros em minhas buscas poéticas.
Exercício de amor, para quem, quase criança, não sonhava com amor foi conhecer o Soneto de Fidelidade. Exercício de estudante c.d.f. foi decorá-lo! Mais tarde, em arroubos de adolescente, jurei recitá-lo ao amor da minha vida.
Contraditoriamente, mais velha é que fui conhecer o Pato, a Corujinha e os outros bichos da Arca de Noé. Faz parte da minha coleção de cds infantis de moça adulta. A moça também quis ouvir, de algum moço apaixonado, Minha Namorada. ♥
Ah! Mas, a gente se distanciou, Vinicius? E eu nem sei como ou por qual motivo! Talvez sejam estes caminhos da vida, que nos afastam mesmos daqueles que amamos, quando cada um já cumpriu seu papel na vida do outro.
M…

Filho de peixe, Criolo é!

Pode ser dom, pode ser missão... mas, com uma mãe linda destas, fácil saber de onde vem a genialidade de Criolo!
Pura inspiração, Dona Maria!

Sorrio para dente-de-leão

Eu confesso: sorrio para dentes-de-leão que encontro na rua. Faço isso em reverência à minha infância e a menina que colecionava sorrisos e brincadeiras na rua. 
Confesso: quem ri é a menina, que habita dentro de mim, e que pula amarelinha nos caminhos que eu caminho. ♥
Imagem: We Heart It

Para o fechar o dia, uma dose generosa de DELICADEZA e VERDADE! ♥

"Mas eu estava errada, mãe. Hoje eu entendo o que é crescer em uma sociedade que diz para as mulheres que a beleza delas é o que mais importa, e, ao mesmo tempo, define padrões estéticos absoluta e eternamente fora de alcance. Eu também entendo a dor que é internalizar essas mensagens. Nós acabamos nos tornando nossos próprios carcereiros e nos impomos punições sempre que não conseguimos chegar lá. Ninguém é mais cruel conosco do que nós mesmas."
Também cresci me achando errada. Não, minha mãe não era preocupada com sua aparência ou peso. Sempre foi tranquila quanto a isso. Mas, em algum canto da minha existência eu me permiti contaminar pela noção de que ser gorda era sacrilégio e me excluía da sociedade. E, o mais louco desta história é que, revisitando fotos do passado, me descobri com peso normal, nem magra, nem acima do que é saudável - para mim. 
No entanto, na idade adulta, engordei de verdade. Passei por momentos de não aceitação, de exclusão - de minha própria parte…

Da aula de hoje ♥