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Mostrando postagens de Outubro, 2011
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“Santo Afonso Henriques! Fazei de mim uma escritora. Mas só isto. Nada de festivais, de júris em concursos (de beleza ou literários), de cargos em repartições chamadas culturais, de capelas, de frases de espírito. Livrai-me do fascínio que tantos dos nossos autores, hoje, têm pelo convívio com os ricos, pela adoção de livros seus na área estudantil, pelas viagens com passagem e hotel pagos. Fazei-me orgulhosa da minha condição de pária e severa no meu obscuro trabalho de escrever." Osman Lins

E a Princesa está voltando para casa...

Por que a Princesa Greide virou Princesa Gleide? Talvez nem eu tenha uma resposta certa para essa pergunta. Uma necessidade de valoração. O fim de um ciclo. 
O humor permeia minha vida. Em muitos momentos ele já foi fulga. Não que eu seja uma piadista ou alguém que faça os outros rir, mas sempre procurei ter um olhar bem-humorado para a minha vida e para os acontecimentos que a cercam. Sabe aquela pessoa que ri de si mesma?
O nome Princesa Greide era uma brincadeira. E, em um momento de transição, eu senti que a mudança deveria se dar no simples. Nem sempre é necessário iniciar a revolução pelo macro - ou não; ela pode ir acontecendo aos poucos. Por isso, foi pelo título do blog. Não quis mais fazer piada com o meu nome. Nome que já foi odiado (de verdade) e que é AMADO por mim. Era hora de dar a ele seu lugar de honra. Da Gleide ocupar seu lugar de honra na vida.
Também há outro motivo para começar alguns processos neste espaço. Escrever é algo que amo - já cansei de dizer isso aqui…

Divine Secrets of the Ya-Ya Sisterhood

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"O Poder que me criou me deu poder de criar minha nova vida" Louse Hay
E se pudessemos realizar uma viagem no tempo e ter a oportunidade de conhecer melhor a vida de quem escolheu nos gerar e nos abrigar nesta nossa estada neste plano. Seria que teríamos um olhar mais acolhedor, compreensivo para com as falhas de nossos pais, esses seres que são tão humanos como nós?
O filme Divine Secrets of the Ya-Ya Sisterhood (Divinos Segredos, no Brasil) propõe e faz essa viagem de forma humana e delicada. Quantas bobeirinhas entre mães e filhas não poderiam ser resolvidas se pudéssemos penetrar na alma de nossas genitoras e percebemos como a vida delas foi difícil? Infinitas horas de terapia economizadas.
Em minha caminhada por alguns processos terapêuticos pude observar o quanto desencontros na relação entre pais e filhos causam traumas profundos na vida de um indivíduo. E não precisam ser grandes conflitos; as origens dos traumas podem ser encontradas em eventos considerados corriquei…

Gladiador

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“Nada acontece a alguém que a natureza não o tenha preparado para aguentar.”

 Rever o Gladiador provocou algumas reflexões aqui. Sensações e impressões não percebidas em outras ocasiões em que assisti ao filme.

A primeira reflexão que me veio à cabeça foi a constatação do quanto a humanidade caminhou para estar aqui, às portas de 2012. Das conquistas sangrentas e bárbaras do Império Romano – e as anteriores a estas –, para um mundo onde há voto e escolhas populares. Ainda há guerra, em muitos cantinhos da Terra, há crueldade ainda (estupros coletivos, genocídios) mas nada parecido com as cenas iniciais do filme. Por mais que nos assustemos com as barbaridades que assistimos na televisão (EU não assisto!), evoluímos.

Por outro lado, a sede do povo pela morte nas arenas, o matar por matar, lembrou-me que muitos permanecem ligados nesta energia. Por época do julgamento dos assassinos da Isabela Nardoni, impressionei-me com a ‘sede por sangue’ – maquiada em ‘sede por justiça’ – que observ…
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Sabe esses momentos em que a vida pede grande movimentação? E movimentação contemplativa (!). E contemplação para dentro. Para essas mudanças que vão ocorrendo dentro de nós.
Cozinhar, entre outras atividades, me proporciona uma conexão com o que de mais precioso vai aqui dentro. Concentração e o cuidado com os ingredientes. Misturar os sabores, sentir as texturas... provar, acrescentar mais um pouco do ingrediente que falta, para atingir o ponto certo.
Enquanto eu cozinho, eu viajo em mim. Para sarar dores, para procurar abrigo ou para ouvir a alma, vou para a cozinha - descobri os trabalhos manuais também, mas isso rende outro post. Não é hora de preocupar-me com dietas, peso e outras tolices. É hora de entrega, de cuidado, de (auto)observação. De buscar a receita que alimente o que deseja a alma.
Nem sempre a receita dá certo. As vezes, a massa desanda. Outras tantas, o bolo sai fofo e saboroso. Como na vida. Mas, se a receita sai a contento ou não, é o que menos importa. Não é ne…

Não quero escrever muito...

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Não quero escrever muito...  quero apenas dizer como eu me sinto... sem palavras enfeitadas... sem buscar os culpados... sem máscaras... blush, batom, sombras, maquiagem. Não quero escrever muito... quero que minha alma escreva a si própria...

Dias cinzas... mas, necessários...

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"Uma vez que ela abra aquele aposento na psique que mostra como está morta e retalhada, ela perceberá como diversas partes da sua natureza feminina e de sua psique instintiva foram extirpadas e tiveram uma morte indigna por trás de uma fachada de prosperidade. Agora que ela percebe isso, agora que registra como está presa e quanto da sua vida psíquica está em jogo, agora, sim, ela pode fazer algo ainda mais poderoso."
(O princípio da iniciação, Clarissa Pinkola Estés em Mulheres que Correm com os Lobos)

Quando crescer, quero ser que nem você...

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Quando eu crescer
(Cris Guerra e Sérgio Moreira)


Quando eu crescer
muita alegria eu vou ter
Quando eu crescer
vou me lembrar de você
das nossas cartas
seu exemplo de carinho
Sei que vou ser mais feliz
Porque não estou sozinho


Que bom é ser importante pra você
Que bom é ter incentivo pra crescer
E sei que sempre vou te agradecer
Quando eu crescer quero ser que nem você



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