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Mostrando postagens de Janeiro, 2009

Uma música...

“Have I found you? Flightless bird, jealous, weeping Or lost you? American mouth Big bill looming”


Curioso como algumas músicas são capazes de mexer com nossas emoções. Essa música tem esse poder. Antes mesmo de eu saber o que ela dizia. Mesmo sabendo o que ela diz. E não vendo relação com minha vida na letra dela.

A voz do cantor, a forma como ele pronuncia cada palavra, a melodia... tudo nessa música conversa com minha alma. E fala muito.

Conta sobre histórias vividas e perdidas. Sobre perdas e ganhos. Sobretudo, fala sobre uma espera difícil de aguentar. Da mesma forma como o terceiro e o quarto livro fizeram. Em algum momento, em algum trecho, alguma palavra ou situação daquela história desencadeou um processo curioso dentro de mim. Sendo clichê: uma avalanche de emoções me dominou desde então.

Não sou capaz ainda de dimensionar em palavras o que acontece dentro de mim. Sei que é uma revolução. Estou em espera. Analisando. Observando. Tentando entender. Assimilando.


“I was a quick wet boy D…

Parabéns, Sampa!!!

Tanta coisa para dizer e eu não sei o que escrever, por onde começar.

Sou plural demais... é verdade! Dentro de mim mora o mundo!!! E isso nem sempre é bacana.
Seria mais simples deixar as palavras fluirem. Simplicidade. Era isso que eu queria para escrever. Nada de superlativos, idéias brilhantes, palavras rebuscadas.
Posso começar dizendo que hoje é aniversário da minha cidade querida - que é tão parecida comigo e tão diferente ao mesmo tempo. Ah! E que está chovendo, para comemorar a data reafirmando que aqui é a "terra da garoa".
Continuando...
São Paulo é tão parecida comigo por sua pluralidade. Abriga o mundo. Abriga vários conceitos. Vários povos. Vários idiomas. Várias culturas. Diversas possiblidades. São tantos sons, cheiros, gostos diferentes. Arte e lixo morando lado a lado. Riqueza e pobreza. Daslu e Paraisópolis. Grandiosidades.
Dentro de mim mora uma São Paulo. Chopin e Chiclete com Banana. Sashimi e saparatel. Clarice Lispector e Stephanie Meyer (me rendi a série C…

Aniversário - parte II

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Três momentos do dia 16/01. Para eu sempre lembrar que sou muito querida, por aqueles que estão por perto e pelos que não estão. A ausência física não representa desamor. Apenas diz o que é: que, por mais que se queira, não podemos sempre estar perto daqueles que amamos. Claro que essa consciência não é natural em mim. Apanho ainda da vida em relação a várias coisas. Mas, tenho grande interesse e vontade em aprender! E isso faz muita diferença. Me policio, sim, sobre minhas emoções e sentimentos! Sou muito imatura ainda. Procuro me cobrar menos e cobrar menos ainda dos outros. É difícil. Porém, com o passar dos anos fica mais fácil. Lembro sempre de uma música linda do Leader Training, que fala que devemos (nos) doar de coração, porque o reconhecimento nem sempre vem. E isso é o mais difícil a todo ser humano: doar-se sem esperar nada em troca. O que importa é, que a despeito das emoções que passaram por meu coração no dia do meu aniversário, as que mais pesaram e que ficarão marcadas são…

Inscrição para lareira - Mário Quintana

“A vida é um incêndio: nela
dançamos, salamandras mágicas.
Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!

Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida...”

- Mario Quintana


Salamandras, além do animal anfíbio que conhecemos, versátil por viver na água ou em terra, é também apelido de operários que apagam incêndios em tanques de petróleo, pessoas que vivem o perigo intensamente, mas que sobretudo VIVEM!!! Somos essas salamandras mágicas do Quintana!!!

O importante é manter a chama de nossas vidas sempre acesa, sempre bela e alta para que, na hora que ela deva mesmo se apagar, possamos sentir que vivemos com todo o AMOR e com toda a PAIXÃO que Deus nos fez! Que fizemos valer a pena cada instante dessa jornada!!! em 15/11/2008

Aniversário

De uns ano para cá, fazer aniversário passou a ser bacana. Não que nunca fosse antes, mas a forma de curtir essa data em que comemoramos nossa vinda a esse plano passou a ser especial de outra forma. Talvez seja a maturidade que transforme nosso olhar sobre a vida.

Imagino que essa mudança se deu quando fiz 30 anos. Fazem três anos que comecei a viver de verdade. Parece que só ai abri os olhos para a vida. Por isso, cada conquista, cada riso, cada queda, cada lágrima valem muito. Significam tanto na formação dessa pessoa que sou e que vou construindo a cada dia.

Ao contrário de tantas mulheres, a idade não me assusta. Pelo contrário. Foi com o passar dos anos que aprendi a me aceitar e a me amar do jeito que sou.

Só não consegui - ainda - dar conta da expectativa. Não tem jeito. Ainda é aquela sensação de quando somos crianças e esperamos ser surpreendidos com aquele presente de tirar o fôlego, seja lá qual for esse presente. Hoje, são presentes abstratos e não os concretos que têm essa…