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Mostrando postagens de julho, 2011

Que raio de ser sou eu?

Remexendo no baú do passado, encontrei esse texto, escrito em uma aula de Comunicação e Expressão, quando cursava Letras. Algumas afirmações mudaram, outras não. Algumas perguntas foram respondidas, outras permanecem sem respostas e outras ainda foram formuladas. Mas, ainda sou eu. ;) Que raio de ser sou eu? Eu? Gleide. Também um nome diferente, odiado até os 14 anos, quando descobri sua origem celta e seu significado: princesa. Na época, eu era apaixonada pelo Rei Arthur   e lia tudo sobre ele. Descobrir que a origem do meu nome relacionava-se com suas origens era tudo para aquela adolescente, no caso eu! A Gleide, que meu pai não se lembra porque escolheu este nome, é uma mulher que pensa que ainda é garota, que gosta bastante de falar e de escrever. Claro, ler também é uma das minhas viagens. Eu costumo escrever assim mesmo, ora em primeira pessoa, ora em terceira pessoa. E sou contradição: faço diário, que é algo meio secreto, mas no fundo quero mais que todos leiam e de...

Sabedoria Emiliana...

Um dia, num passado não muito distante, passeando pelo Museu da Língua Portuguesa... "A vida das gentes neste mundo, Senhor Sabugo, é isso. Um rosário de piscadas. Cada pisco é um dia. Pisca e mama; pisca e anda; pisca e brinca; pisca e estuda; pisca e ama; pisca e cria filhos; pisca e geme os reumatismos; por fim, pisca pela última vez e morre. _ E depois que morre? - pergunta o Visconde _ Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?"

Em transformação...

E eu estou voltando para casa... “Entrego, confio, aceito e agradeço.” Professor Hermógenes