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Mostrando postagens de Junho, 2013

A Jornada de Renata Quintela ♥

Levando para a semana que começa a energia inspiradora da descoberta rica e preciosa da semana que acabou. ♥
A Jornada de Renata Quintella

Reflexões Gleidianas de 28 de junho, 2013

Liberdade é a gente descobrir que tudo só depende da gente. Que, apesar de vivermos rodeados de quem amamos, a caminhada rumo a nos tornar um ser humano melhor é solitária - e isso não é ruim. Que não mudamos ninguém, mas podemos ser exemplo, sem sermos arrogantes - de caráter, de resiliência, de alegria, de perseverança, de positividade... 
Ah! O lado negativo desta liberdade é que não podemos mais responsabilizar o outro por nada, nadica do que nos aconteça! Rs... ;o)
É sexta. E eu acordei tagarela. Bom dia!  ^^)

Sobre laços, raízes e vida

E enquanto assistia ao jornal, na TV Cultura, fui seduzida pela chamada do filme que passaria mais tarde. Apesar do sono, do cansaço, esperei e me deixei envolver pela história tecida sobre os delicados relacionamentos humanos, suas perdas, raízes e de como, do caos, a vida sempre se refaz.
Minha alma e meu coração recomendam The Tree.

17 de junho: eu vi história

Eu desejei muito estar nas ruas hoje. Desde que vi, pelas redes, o que foi a manifestação de quinta-feira, me programei para levar às ruas a minha insatisfação e a vontade de fazer a mudança acontecer. Mas, o corpo tem seus caprichos e, desde ontem, me deixou na mão. 
Contudo, há uma máxima, na qual acredito profundamente, de que todos somos um. Assim, sabia que estaria bem representada nas manifestações de hoje. Acompanhei pelas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, Tumblr) e fiquei emocionada com o que vi. 
Vibrei, em prece (essa sou eu), pelas pessoas que estão nas ruas e pela não violência também - a gente sabe que, infelizmente, ela acontece. E escolhi olhar para a grande maioria de pessoas que protestaram pacificamente. 
Deixo aqui registrada minha alegria, emoção e esperança na mudança. Conheço muita gente que trabalha duro para a melhora do país. Hoje, vi muitos destes trabalhadores solitários (verdadeiras formiguinhas), unidos.
E foram em várias cidades. São Paulo, Ri…

Eu acredito!

Eu acredito!

Inspiração: E se Obama fosse africano? - Mia Couto

"Sou biólogo e viajo muito pela savana do meu país. Nessas regiões encontro gente que não sabe ler livros. Mas que sabe ler o seu mundo. Nesse universo de outros saberes, sou eu o analfabeto. Não sei ler sinais da terra, das árvores e dos bichos. Não sei ler nuvens, nem o prenúncio das chuvas. Não sei falar com os mortos, perdi o contato com os antepassados que nos concedem o sentido da eternidade. Nessas visitas que faço à savana, vou aprendendo sensibilidades que me ajudam a sair de mim e a afastar-me das minhas certezas. Nesse território, eu não tenho apenas sonhos. Eu sou sonhável."
{ Mia Couto - Línguas que não sabemos que sabíamos }

Manifestações e utopia

Muito me orgulho do meu Subrinho - apelido carinhoso. Desde pequeno, ele já dava mostras de que, com ele, argumentar era preciso. Nada dos tradicionais 'porque eu mandei', 'porque sim', 'porque sou sua mãe', etc.
Semana passada, ele chegou tarde em casa - bem no dia do aniversário da irmã -, por conta das manifestações na Paulista em protesto ao aumento das passagens de ônibus. Claro que ficou um pouco chateado.
Eu vi ele questionando e buscando no Face quem organizava aquilo e não entendi bem. Ontem, eu entendi. Ele chegou tarde em casa, porque esteve acompanhando a manifestação, para entendê-la, antes de qualquer crítica.
Ao vivo, ele viu como nossa impressa pode ser tendenciosa, mostrando apenas parte do que acontece - e geralmente, cenas que favoreçam o poder público e não os que buscam lutar por seus direitos. Ele viu gente se infiltrando na manifestação com a única intenção de promover o quebra-quebra e a bagunça; pessoas sendo financiadas para isso.
E…

Aprendizados

Conosco e com o outro. ♥

Momento nostalgia

Assistindo a novela e vendo uns 'meninos' dançando e cantando Amigos do Peito me fez ter vontade de fazer o mesmo.
Há tempos não me jogo assim na vida, em companhia dos queridos e queridas que habitam a minha. 
Pelo que observo, é movimento natural a gente se distanciar dos que nos são caros, não porque o afeto mude, mas porque interesses e objetivos são diferentes e por ser preciso a cada um trilhar seus caminhos (que são mesmos solitários).
Saudades de cantar Amigos do Peito.
^.^