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Mostrando postagens de Fevereiro, 2013

E Tom Jobim já sabia...

Pois é, Tom Jobim. Será que você sabia que um dia nossa rotina insana iria nos deixar sozinhos, longe de tantos que amamos?! 
Este post, que vi no Facebook, veio ao encontro das reflexões gleidianas que andam habitando minha cabecinha. O que é fundamental? Corrermos para conquistar coisas e ficarmos sós? Ou não.
Qual a medida? O quanto permaneceremos sãos, vivendo sozinhos? Amores, amigos, podem esperar? 
O que nos consola é que, apesar da nossa falta de tempo, sempre poderemos pagar o terapeuta para nos ouvir.
Reconhecendo e acolhendo minha solidão.

Boas energias! ♥

Que seja doce, alegre e divertida - a semana, a vida!

Bora seguir em frente, porque nem tudo é para ser entendido, apenas vivido. No momento certo, a compreensão nos alcança.

Que a felicidade (que mora dentro da gente) se manifeste sempre! Aqui ou em qualquer lugar! Cidadã do mundo, eu sou!

Bom dia! Boa semana! ♥

Não comer carne: a dificuldade em aceitar o que é diferente

Há pouco mais de um ano, quando escolhi tirar da minha dieta vários tipos de carnes - hoje, sou 'peixetariana' :o) - eu sabia que teria que lidar com a dificuldade de outras pessoas em aceitar minha opção.
A maior parte das pessoas com quem convivo estão super acostumadas com isso. Até meus pais, carnívoros por natureza, nunca me questionaram. Dentro de sua simplicidade, até pensei que eles dificilmente entenderiam. E, talvez não entendam, mas aceitam. Contudo, ainda que tenha se passado um bocado de tempo em que a carne bovina, suína e de aves não façam parte do meu prato, isso ainda causa conflito em minhas relações. 
Como boa 'encasquetadora' que sou, me vi refletindo sobre isso. Acabou que, um dos motivos possíveis dessa dificuldade de alguns em aceitar minha dieta, seja o tal convívio com as diferenças. Sim, porque temos muita dificuldade em lidar com o que é diferente, com o que foge aos padrões - e a opção por não ingerir carne vermelha e outras é fugir aos pad…

Enquanto chovia, eu vivia poesia

Já que a Sumaré estava parada e ir para casa pelo caminho diário seria uma odisseia, escolhi a caminhada, sob a chuvinha que caía, até o metrô. Mudar o caminho de todo o dia apura olhar e percepções. É um passeio dentro do cotidiano. Eu gosto. E, já que a quebra da rotina estava estabelecida, por que descer em Santana, destino natural? Mudei também. 
Desci no Tietê, também porque senti saudades de um milk shake do Bob's - momento merchan gratuito! ;o). Vi os viajantes que iam e chegavam. Fiz um passeio por aqueles espaços. Entrei na loja de revistas, que sempre visito quando saio em viagem pela maior rodoviária do país. Pensei que parecia programa de índio, se eu contasse para alguém, numa conversa corriqueira. Não era.
E vim embora, após satisfazer o desejo de arrastar minha saia comprida por aí. No ônibus, um moço levava um 'ciello'. Fiquei encantada. E dizem que a vida não tem poesia.