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Mensageiros do Amanhecer

Constelação das Plêiades

 “Se estão obcecados pelo tema do amor e não conseguem compreender o que está ocorrendo, saibam que a vossa dificuldade consiste em procurar o amor fora de vocês. Estão procurando uma outra pessoa que dê significado a suas vidas e os autorize.  O não ter essa pessoa os faz irritados, inúteis, sem valor. Este foi o padrão em que cresceram, que seus pais e a sociedade apresentaram. Repetimos que o mais importante é amar a si mesmo e respeitar a Terra. Mas vocês esquecem e continuam procurando o próximo relacionamento que esperam torná-los inteiros, completos. Acham que sem um companheiro serão menos aceitos pela sociedade. E assim começa a solidão. Precisam aprender a ficar sós. A solidão é um estado mental. Vocês nunca estão sozinhos. Existem milhões de entidades à vossa volta. [...]
Quando amam a si mesmos e param com a obsessão de encontrar uma outra pessoa para amá-los, são capazes de aceitar o que os outros têm a oferecer. É imprescindível valorizar-se, para não começar um novo amor disfarçado. Se se decidem por um companheiro, se desejam vibrar com alguém e não recebem o que estão querendo, nada de resmungar, reclamar, fazer biquinho e querer que a pessoa mude de acordo com as vossas necessidades. Se estabelecem um ideal para si mesmos e ele não acontece, simplesmente mudem a vossa realidade e sigam em frente sozinhos até encontrar alguém que reflita esse ideal. Enquanto isso, vibrem em amor por si mesmos, respeitem-se e percebam que a jornada aqui na Terra visa o autoconhecimento através de relacionamento com as outras pessoas. Não apenas com casais, marido e mulher. A jornada aqui é dedicada a respeitar o vosso corpo físico e a singularidade do vosso EU, à medida que vão cruzando com as vidas de outros seres. Permitam-se trabalhar com o EU, deixem o vosso EU evoluir.
Vocês têm medo da intimidade consigo mesmos – de estar sozinhos com o EU. Uma vez desenvolvida essa intimidade, o silêncio, o amor por si, a contenção da própria energia, irão estabelecer esse mesmo aspecto de intimidade como padrão de intimidade com outra pessoa.”
 (Mensageiros do Amanhecer)

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