Há um "eu te amo" preso na garganta...

Há um “eu te amo” preso na garganta, pronto a ser dito por quem se habilitar a recebê-lo. No entanto, para estar habilitado há que se fazer merecedor de ouví-lo. Esse coração aqui já se machucou muito em teias de ilusões, derrapou nas curvas de amores idealizados, paixões platônicas, sentimentos unilaterais, caminhou por ruas erradas e persistiu – burramente – nos mesmos caminhos. Hoje, mais que amar, ele quer ser amado. Amor na dose certa. Infinitamente equilibrado. Porque o primeiro “eu te amo” ele dedica a si próprio... o segundo, a quem o merecer...

Paraty - Centro Histórico
Foto: Glê Morais

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