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Comer, Rezar, Amar




Depois de muito tempo desejando, finalmente consigo ler “Comer, Rezar, Amar”, de Elizabeth Gilbert lançado no Brasil pela Editora Objetiva.

Nesta obra, a autora descreve seu aprendizado em um ano sabático, no qual viaja por três países: Itália, Índia e Indonésia. Após um divórcio doloroso e o fim de um relacionamento que a deixa em frangalhos, Liz procura a reconstrução de sua alma (de seu ser, sua essência?) vivendo os prazeres da gastronomia em Roma, o encontro com o Divino, na Índia e o equilíbrio da dualidade humana (carne e espírito) em Bali.

O livro é leve, bem-humorado e apresenta, de maneira simples, grandes momentos transformadores. Afinal, não deixando de ser clichê, a sabedoria está na simplicidade.

“(...) as pessoas tendem a pensar universalmente que a felicidade é um golpe de sorte, algo que talvez lhe aconteça se você tiver sorte suficiente, como o tempo bom. Mas, não é assim que a felicidade funciona. A felicidade é conseqüência de um esforço pessoal. Você luta por ela, faz força para obtê-la, insiste nela, e algumas vezes viaja o mundo à sua procura. Você precisa participar o tempo todo das manifestações de suas próprias bênçãos. E uma vez alcançado um estado de felicidade, nunca deve relaxar em sua manutenção, deve fazer um esforço sobre-humano para continuar para sempre nadando contra a corrente rumo a essa felicidade, para permanecer flutuando em cima dela. Se não fizer isso, seu contentamento interno irá se esvair. É muito fácil rezar quando se está passando por um momento difícil, mas continuar a rezar mesmo quando a sua crise já passou é como um processo de selamento, que ajuda sua alma a se aferrar às coisas boas que conquistou.” 


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Queria paz. Algo tão caro, tão importante, tão simples, tão perto e tão distante.

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