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Caminhada...

“Sou o que quero ser, porque possuo apenas uma vida e nela só tenho uma chance de fazer o que quero.
Tenho felicidade o bastante para fazê-la doce
dificuldades para fazê-la forte,
Tristeza para fazê-la humana e
esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos”
- Clarice Lispector


Inspirada em Clarice, vou seguindo meu caminho. A cada passo, construo um pouco de quem sou e deixo em minha passagem fragmentos, lembranças de quem eu fui. Um ser em busca de ser completado, que vai buscando as partes que a formam nos olhares e nas vidas com as quais cruza. Sempre trago saudades. Não sei se as deixo. Sempre em mim há aquele espaço vazio, a insatisfação que faz com que a busca não se acabe. Um ser mutante. Mulher, menina, criança. Não me reconheço no mundo que habito. Serei de outro mundo? Viverei na época errada? Não há inadequação quando se trata de viver. Nada é ao acaso. Um propósito existe. Portanto, continuo minha caminhada, dentro e fora de mim. As pessoas que me olham talvez não compreendam. Porém, sou eu quem deve compreender... (20.11.09 – 01h07min)
 
"Não quero ter a terrível limitação de quem vive apenas do que é possível fazer sentido. Eu não: quero é uma verdade inventada."
- Clarice Lispector
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- Tadashi Kadomoto


Lembro que eu queria surtar. De verdade. Queria surtar para que me internassem e me deixassem em paz. Para que não me cobrassem nada, para que não me pedissem nada, para que não falassem comigo. Queria adoecer meu corpo e tentei de várias formas conseguir isso. Só para ficar em paz.

Queria paz. Algo tão caro, tão importante, tão simples, tão perto e tão distante.

Recordo o dia em que encontrei a paz. Eu ria. Chorava e ria. Nascia leve e feliz. O sofrimento? A dor? Tudo havia ficado para trás. Eu era apenas aquela sensação de amor – por mim mesma, a quem nunca havia amado.

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