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Vícios: fotos, flores e Pitanga em Pé de Amora


Foto: Gleide Morais

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Quem hoje ouve o que eu canto
Sabe um tanto do que eu sou
Pois é que a vida se me envolve,
Me devolve num verso assim

Que é feito coisa que não se fala
Mas não cala dentro de mim
Porque eu bem sei, o meu canto é som
É como eu sôo mais do que sou

Quem ouvirá
Quando eu me fizer cantar
Enquanto minha voz puder soar
Será, meu bem, a minha condição
Meu viés, ter meus pés, noutro chão

Onde eu piso e minh'alma toca
E provoca meu verso enfim
É que essa sede é o que me salva
Das ressalvas que o mundo faz
E é coisa certa é o melhor remédio
Contra o tédio que o tempo traz
Se a solidão é o pior castigo
Eu me vingo cantando assim
Ao meu fim, ao amor, aos céus
E a sorte de viver
Será pra quê,
Se eu não cantar
Pra quê será
Se eu quiser esquecer
Do que me faz
E me refaz
E me revela e me acerta em cheio
Quando o feio é belo em mim
Sou eu quem pinto o meu espelho
E clareio o que é ruim.
Quem ouvirá
Quando eu me fizer cantar
Enquanto minha voz puder soar
Será, meu bem, e a minha condição
Meu viés, ter meus pés, noutro chão
Onde eu piso e minh'alma toca
E provoca meu verso enfim
É que essa sede é o que me salva
Das ressalvas que o mundo faz
E é coisa certa é o melhor remédio
Contra o tédio que o tempo traz
Se a solidão é o pior castigo
Eu me vingo cantando assim
Ao meu fim, ao amor, aos céus
E a sorte de viver
Será pra quê
Se eu não cantar
Pra quê será
Se eu quiser esquecer
Do que me faz
E me refaz
E me revela e me acerta em cheio
Quando o feio é belo em mim
Sou eu quem pinto o meu espelho
E clareio o que é ruim
Porque quem ouve o que eu canto
Sabe um tanto do que eu sou
Mas há de ver que o meu canto é som
É como eu  sôo  mais do que sou.

~Quem ouvirá / Pitanga em Pé de Amora

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