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A minha fé...

Que eu não perca a fé. Jamais. Que sempre me lembre de buscar dentro de mim a força, a coragem e o amor necessários para a minha caminhada. Que, se a tempestade se aproximar mesmo, eu entenda a sua função e esteja aberta ao aprendizado. Que eu não pese. Mas, sobretudo, que eu não pese aos outros. As escolhas estão à disposição e sou eu quem arco com as consequências das que resolver escolher ... e com as das já escolhidas.

Gleide Morais

Imagem: Google



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“A maior distância que eu já percorri foi entre minha cabeça e meu coração.”
- Tadashi Kadomoto


Lembro que eu queria surtar. De verdade. Queria surtar para que me internassem e me deixassem em paz. Para que não me cobrassem nada, para que não me pedissem nada, para que não falassem comigo. Queria adoecer meu corpo e tentei de várias formas conseguir isso. Só para ficar em paz.

Queria paz. Algo tão caro, tão importante, tão simples, tão perto e tão distante.

Recordo o dia em que encontrei a paz. Eu ria. Chorava e ria. Nascia leve e feliz. O sofrimento? A dor? Tudo havia ficado para trás. Eu era apenas aquela sensação de amor – por mim mesma, a quem nunca havia amado.

Agora, eu já podia abraçar o mundo! Podia concretizar meus sonhos. Podia amar a mim e não só os outros. Sabia e sentia o significado das coisas. Podia seguir meu caminho e viver a minha vida.

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