Pular para o conteúdo principal

Gente que ilumina gente...

Tem gente que inspira a gente. Gente que nos leva as lágrimas. Gente que nos faz amar a vida um pouquinho mais. Que puxa nossas orelhas quando ficamos de mal com a vida.  Gente que nos trás à realidade, gente que nos faz sonhar. Gente que vemos pouco, mas que é tão presente que parece que está ao nosso lado todos os dias, rindo com a gente. Gente que vemos todos os dias, mas que dá saudade quando no despedimos para voltar a ver no dia seguinte. Gente que já fez parte importante da nossa história, mas que hoje está na lembrança carinhosa dos momentos compartilhados. Gente que conhecemos ontem mesmo e que parece que sempre esteve presente em nossa existência. 

Tem gente que aquece nosso coração. Que faz brotar sorriso nos lábios. Que nos desperta a esperança de que todo sonho é possível - e isso a gente até sabe, mas acaba esquecendo, perdidos na sobrevivência diária e rotineira. Aí, essa gente especial aparece e ilumina nossos dias e descortina nosso olhar, que andava meio cego. 

Muitas vezes, me vejo triste, observando gente maltratando gente. Mais triste: maltratando a si mesma. Mas, a gente que me ilumina não me deixa esquecer de nossa verdadeira essência. Que essa gente que anda por aí,  fazendo mal a si e a tantos, ainda não abriu o olhar para a vida. Anda perdida, com o coração esperando para ser iluminado. E eu tento. Humildemente, sem querer ser herói ou salvador de ninguém. Eu tento. Ser luz, ser riso e ser espontaneidade. E fazer essa gente perceber o quanto iluminado [e sagrado] é ser gente. 

Obs.: carinho especial para a Cris, uma dessas gentes que me "alumina" sempre e que hoje trouxe ao mundo o pequeno Renzo, que deverá iluminar muita gente, como a mamãe já o faz.

Cris e Renzo


Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Memórias natalinas

A Jornada de Renata Quintela ♥

Levando para a semana que começa a energia inspiradora da descoberta rica e preciosa da semana que acabou. ♥
A Jornada de Renata Quintella

Para Bertoli...

“A maior distância que eu já percorri foi entre minha cabeça e meu coração.”
- Tadashi Kadomoto


Lembro que eu queria surtar. De verdade. Queria surtar para que me internassem e me deixassem em paz. Para que não me cobrassem nada, para que não me pedissem nada, para que não falassem comigo. Queria adoecer meu corpo e tentei de várias formas conseguir isso. Só para ficar em paz.

Queria paz. Algo tão caro, tão importante, tão simples, tão perto e tão distante.

Recordo o dia em que encontrei a paz. Eu ria. Chorava e ria. Nascia leve e feliz. O sofrimento? A dor? Tudo havia ficado para trás. Eu era apenas aquela sensação de amor – por mim mesma, a quem nunca havia amado.

Agora, eu já podia abraçar o mundo! Podia concretizar meus sonhos. Podia amar a mim e não só os outros. Sabia e sentia o significado das coisas. Podia seguir meu caminho e viver a minha vida.

O encontro com o AMOR INCONDICIONAL... Foi marcante. De repente eu era a forma de amor que aquele ser humano tanto quis e nunca encontrou.…