Pular para o conteúdo principal

Feliz dia dos pais

Se eu gosto de assistir aos telejornais, é por causa dele...

Se eu torço para o Bayer de Munick, para o Kashima Antlers, para o Atalanta a culpa é dele... não pelas escolhas dos times - ele, Palmeiras, eu São Paulo, mas por me fazer amar futebol.

Se eu vi o Senna nascer e morrer na F1, se sei quem é Niki Lauda, Jack Stweart, Alain Proust e se o apelido do meu irmão era Keke Rosenberg quando pequeno e eu achava o máximo, é por causa dele.

Eu o esperava chegar em casa para assistir aos jornais, eu via todos os campeonatos de futebol com ele, eu ficava acordada de madrugada para ver as corridas de Fórmula 1 que aconteciam as duas, três da manhã, eu gostava de passear de mãos dadas com ele na rua... 

A vida e suas teias intricadas me afastaram do meu herói - ou talvez tenha sido eu mesma quem me afastei. Mas, não fosse por ele, eu não estaria aqui, não respiraria, não andaria, não exerceria esse hobby que tanto prazer me dá - escrever.

Sei dizer o quanto amo meus amigos... não sei dizer isso a ele. Digo aqui, espaço no qual não tenho limitações.

Te amo, pai.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

As crenças limitantes que abraçamos

Cresci ouvindo críticas sobre qualquer atividade, objetivo, sonho que eu me propunha fazer. Desde cozinhar o arroz até a intenção de morar sozinha ou estudar fora, sempre ouvia conselhos desestimulantes ou críticas nada construtivas, lembrando da minha incapacidade de realização - seja do que fosse. E ainda ouço. Levei anos para criar coragem e cozinhar para outras pessoas. E, gente, eu cozinho bem!  Não, este não é um post para falar mal de mãe ou pai. Cada um dá ao mundo aquilo que recebeu e soube transformar ou não. Aos trinta e oito anos, entendo isso com uma clareza! Sinto não ter esta maturidade tão mais cedo. E sou grata aos meus pais por tudo o que puderam fazer por mim. Além de demorar a cozinhar para amigos, demorei a fazer faculdade, não saí de casa até hoje, sempre tive problemas para me relacionar, desenvolvi dois problemas sérios - demorou a entender que eram problemas: compulsão e complexo de inferioridade. Apesar de ter começado a encarar de frente este...

17 de junho: eu vi história

Eu desejei muito estar nas ruas hoje. Desde que vi, pelas redes, o que foi a manifestação de quinta-feira, me programei para levar às ruas a minha insatisfação e a vontade de fazer a mudança acontecer. Mas, o corpo tem seus caprichos e, desde ontem, me deixou na mão.  Contudo, há uma máxima, na qual acredito profundamente, de que todos somos um. Assim, sabia que estaria bem representada nas manifestações de hoje. Acompanhei pelas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram, Tumblr) e fiquei emocionada com o que vi.  Vibrei, em prece (essa sou eu), pelas pessoas que estão nas ruas e pela não violência também - a gente sabe que, infelizmente, ela acontece. E escolhi olhar para a grande maioria de pessoas que protestaram pacificamente.  Deixo aqui registrada minha alegria, emoção e esperança na mudança. Conheço muita gente que trabalha duro para a melhora do país. Hoje, vi muitos destes trabalhadores solitários (verdadeiras formiguinhas), unidos. E foram em ...

Gratidão e boa noite

Não fomos à final da Copa; fizemos um campeonato mediano para desastroso. E daí? Tu olha pro céu e percebe que hoje é uma linda noite para se estar viva. Gratidão e boa noite. P.S. e amanhã tem final, vou assistir e torcer para a seleção do país que me apresentou ao futebol. Sim, rola uma memória afetiva, mas é assunto para outra postagem.  ❥