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Não tenho modos...

Não tenho modos... não sei ir devagar, ser generosa aos poucos, amiga aos poucos, amante aos poucos... Para mim, coração combina mais com intensidade que com moderação.

Vou de cabeça, ou melhor, de coração. E de coração aberto, ávido por novas sensações, novos horizontes, novas emoções.

Impetuosidade. Fruto da “madurecência”. Às mais jovens, um recado: o melhor vem mesmo com a idade. Vejo amigas com medo de chegar aos trinta... que tristeza... é o começo da melhor parte da vida! Não é “blá blá blá” de quem “balzaquianou” (?!) e não pode ter o tempo que passou de volta. Pelo contrário, queremos o tempo presente e o que está por vir. Do passado, trazemos as experiências vividas, as lições aprendidas – e certa dose de clichê, também! rs...

Ah... Tenho sim uma visão romântica da vida! Acredito sim que podemos transformar o mundo, mesmo que aos pouquinhos. Começando por nós mesmos. Mudando, dando atenção ao nosso microcosmos. Há tanto dentro de nós para ser DESCOBERTO, melhorado, APRIMORADO.

Por isso e por outras razões, vou continuar não tendo modos, não vou seguir cartilhas. Aliás, seguirei apenas um paradigma: ouvir meu coração! Sempre.

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“A maior distância que eu já percorri foi entre minha cabeça e meu coração.”
- Tadashi Kadomoto


Lembro que eu queria surtar. De verdade. Queria surtar para que me internassem e me deixassem em paz. Para que não me cobrassem nada, para que não me pedissem nada, para que não falassem comigo. Queria adoecer meu corpo e tentei de várias formas conseguir isso. Só para ficar em paz.

Queria paz. Algo tão caro, tão importante, tão simples, tão perto e tão distante.

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